Febre de sábado

Sábado à tarde um café,
um poema à queima-roupa
no livro das faces, uma
fatia de pão e mais uma
visita aos argumentos
de Marx, Bakunin e
Krishnamurti, os velhos
problemas não resolvidos
pelos hippies. O sol bem alto
sobre a cidade por onde
andam meus óculos
de aros dourados por
onde andam os amigos
do tempo de quem cria?

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1 comentário

Arquivado em Poesia

Uma resposta para “Febre de sábado

  1. Chico Vivas

    Só mesmo você, querido Nilson, para transformar a inutilidade oficial do sábado num dia tão útil, com a vantagem de, lendo no domingo, extender a “este” alguma utilidade.

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