Transe ordinário

Sempre: nunca. A noite uma

besta  nos abre escancara

seus olhos pupilas escuras

dilatadas. Nunca: sempre. Não

diga nada, basta sorrir enquanto

o corpo se desmancha  e se

mistura. Ao éter. Às horas.

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2 Comentários

Arquivado em Poesia

2 Respostas para “Transe ordinário

  1. Às vezes é difícil sorrir nessas horas.
    Você é um poeta sempre surpreendente, Nilson.
    E muito bom.

    Beijo.

  2. Gerana

    Não direi nada, tudo seria mera repetição do que sempre escrevo aqui.
    “Não

    diga nada, basta sorrir enquanto

    o corpo se desmancha e se

    mistura”.

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