Sem fim

Quando formos ao rio de Heráclito,

vamos perguntar pelo que pode ser.

O que pode ser, meu caro Heráclito,

o que pode ser, rio de mim.

………………………….

Como pode uma tarde de sábado,

ou um rio de janeiro sem fim,

ou as águas de março no âmago

desse rio vermelho carmim.

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9 Comentários

Arquivado em Poesia

9 Respostas para “Sem fim

  1. katia borges

    Botei lá no Madame.

    Fico sempre feliz quando isso acontece!

  2. por esta e outras sou, cada vez mais, seu fã!

    Eu é que sou seu fã, Bernardão!!!

  3. Cheguei atrasada na repostagem. O que dizer? Digo o que Bernardo disse.

    Digo o mesmo que disse a Bernardo: eu é que sou seu fã!!!

  4. Digo: somos todos fãs.

    Repito: sou fã de vocês todos!!!

  5. Martha, também do fã clube

    Assim vocês me deixam encabulado!!!

  6. Vou tentar musicar o outro, já que esse tá com a melodia pronta. Veremos no que dá! rs

    Verdade, Celso? Tô curioso. Vou cobrar!!! Falar nisso, me lembrei da melodia que ocorreu pra esse. Vou gravar “a capela”. Quem sabe vc não bota as notas??? Ó paí: coisa de baiano mesmo, já tô abusando!

  7. Katia Borges

    Tinha achado o poema bem musical, desde que li pela primeira vez.

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