Antropocentrismo

Super ideias, hiper imagens,

fico sem fim no meu

canto do mundo,

sem mais. Ando sobre

tanta beleza como quem

concebe. Veio da beleza crua

meu cedo ou tarde, meu

sim ou não: a beleza crua

estarrece, pode ser horrenda

a experiência da beleza crua.

Feito incursão à tessitura do dia,

à sua frágil descontínua cor e à sua

impensada paixão pelo homem,

o que ele sente, e sabe,

e cria, e pensa.

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1 comentário

Arquivado em Poesia

Uma resposta para “Antropocentrismo

  1. Vai para o livro. Seguramente.

    Oi Gerana, tá anotado!

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