Riso vermelho

Amigos há um milhão de anos, e talvez lá, no começo de tudo, as primeiras palavras fossem mais da poesia que da prosa. Palavras canhestras como convém a adolescentes canhestros, mas Rogério sempre foi brilhante e febril e, dois anos mais velho, tinha lido muito mais, pensado muito mais, e pensado mais rápido e mais profundamente também. Depois foi deixando de lado a poesia e enveredando pela prosa cotidiana, medicina, matrimônio, filhos, contratempos. Também fui pro mundo, claro, jornalismo, casamento, filho, porém ainda fiel ao vício de uns poemas de vez em quando. Parecia que só eu não tinha desistido de ser poeta, ainda que de gaveta virtual, mas eis a surpresa: Riso Vermelho, o blog de Rogério, uma cornucópia de versos quentes em todos os sentidos, o sexual inclusive. Sugiro uma espiadinha aos que ainda circulam por essas intermitentes plagas. Instigante!

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1 comentário

Arquivado em Poesia

Uma resposta para “Riso vermelho

  1. sua bondade desde então vem aumentando. Passo aqui sempre para colher inspiração. ..Obrigado Amigo-IrmÃO ( AmigÃO)

    E você, meu irmão, tá que tá lá no blogue. Aquilo é que é inpiraçÃO!

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