Nada, que nada

Manhã sem alma,
sem razão,
ou sentido, a não ser
o sol,
e a brisa,
e a gente.
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2 Comentários

Arquivado em Poesia

2 Respostas para “Nada, que nada

  1. Katia

    Oi, Nilson, o I Ching é danado mesmo. Cara, me surpreendeu de novo com um tal de hexagrama 51 e me deu uma volta. Lindo poema!

    Oi, Kátia, é o trovão, né? Comoção! Que troveje e o céu fique limpo depois. Bom carnaval!

  2. Você me fez lembrar de uma poesia que também gosto muito:
    Acordei bemol

    acordei bemol
    tudo estava sustenido

    sol fazia
    só não fazia sentido

    Leminski

    Oi, Martha, beleza, hein? Grande mestre Leminski. Ele também andou por aí com aquela do “Sentado não faz sentido”. Fera!!!

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