Mantra da história

Tumulto do mundo, tumulto do mundo,

tumulto do mundo.

Inspire até o abdômen, expire até ficar sem 

fôlego; atente ao ritmo

do coração. Repita indefinidamente,

até se misturar ao tumulto do mundo,

tumulto do mundo,

tumulto do mundo,

tumulto do mundo…

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3 Comentários

Arquivado em Poesia

3 Respostas para “Mantra da história

  1. Chico Vivas

    Apesar de todo o tumulto, sem a mesma poesia que você é capaz de lhe “emprestar” – e em dias de tanta gastança, é bom não ficar conhecido por tamanha generosidade -, com poesia, mesmo sendo eu, particularmente, silencioso, em especial, quando o tumulto aumenta, não deixaria de “entrar”…só para te desejar (a todos vocês) um FELIZ NATAL!

    Caro Chico, feliz Natal pra vc tbém. E tenha um bom mergulho no tumultuado mundo das compras. Um abração.

  2. Katia Borges

    Oi, Nilson, poeta, feliz Natal e um ano novo de paz e lirismo ao lado de Emília e Caio.

    Pra vc tbém, Kátia, Madame Poesia, toda a inspiração do mundo. E a expiração tb!!! Bjs.(oba! consegui finalmente responder no comentário, depois de um tempão sem saber como e sem me lembrar de perguntar ao meu guru Marcus Gusmão).

  3. run

    Parabens.
    Poeta inspirado.
    Lembrei agora de Padre Ismael Quiles (yoga para cristaos)
    viste meu site e tambem este aqui.

    Caro Jario,
    não consegui acessar o teu site. De qualquer forma, obrigado pela visita. Volte sempre. Um abração.

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