Há sempre necas entre as
possibilidades, e necas é
dessas esquinas de
movimentos impensados e
nenhum sinal vermelho. A rua
tem buracos, não há lugar no
universo de onde não brotem
tais insidiosos que nos
mudam, nós ninguém todos
e mais um punhado de
reflexos à razão de novecentos
enganos para cada.
Abre-se a valise e de lá um
objeto perfeitamente sem.
Dá-se por visitado o edifício
de pernas pro ar, o que é um
absurdo.

Lendo essas “Necas”, fiquei me perguntando: cadê as (tais) Pitibiribas?
Procurei, procurei – pelas pitibiribas, claro! – e…necas!
Talvez eu esteja dando atenção demais ao “terreno”, aos inevitáveis buracos e, por isso, não consigo alcançar os que os outros veem com facilidade.
Fiz a mesma pergunta de Chico Vivas. Cadê as pitibiribas? Brilhante, Nilson. Necas de nihilismo. E quanto aos novecentos enganos estourei minha cota. Alguém aí se engane menos, caso contrário, necas de equilíbrio universal.
Abraços.
Chico Vivas, as pitibiribas são abstrações, o que quer que sejam! Chorik, brilhante é bondade sua, mas acho que estamos chegando perto de uma compreensão que passe exatamente por necas, essa espécie de filtro universal!