“C’est bien peu de chose la morte. Je vais dormir, et tout sera fini”.
GUSTAVE FLAUBERT
(Emma Bovary, já sentindo, quase como o estóico(?) Sócrates, os efeitos do veneno: no caso dela, um recurso romântico num romance que é o suprassumo do realismo; no dele (à parte seus especulados “casos”), mesmo que secundado pela História, um recurso, meramente, platônico)
4 Comentários
Setembro 4, 2008 às 3:59 am
“C’est bien peu de chose la morte. Je vais dormir, et tout sera fini”.
GUSTAVE FLAUBERT
(Emma Bovary, já sentindo, quase como o estóico(?) Sócrates, os efeitos do veneno: no caso dela, um recurso romântico num romance que é o suprassumo do realismo; no dele (à parte seus especulados “casos”), mesmo que secundado pela História, um recurso, meramente, platônico)
Setembro 4, 2008 às 11:40 am
Sabe lá Deus. Sabe?
Setembro 4, 2008 às 9:55 pm
“Morrer, dormir, talvez sonhar, quem sabe!”, último verso do “Soneto” de Francisco Otaviano (1825-1889), poeta da fase romântica.
Setembro 4, 2008 às 9:59 pm
Morre-se a cada minuto, né não? Pequenas mortes durante o dia, profundas mortes à noite.