“Seu” Alfredo, pai de Emília, morreu no dia 12 de dezembro de 2001. Aos 81 anos, era um bon vivant aposentado, mas não perdera a verve. Nossos temperamentos eram bem diferentes, mas tínhamos sintonia de alguma forma. Eu admirava a sua, digamos, atitude existencial. Posso dizer que perdi um amigo, e que senti muito a sua morte. Fiz [...]